Ernesto Farías, o protótipo de um rato de área. Um oportunista. Nesta época tivemos dois jogadores que se afirmaram pelas suas ações em campo como oportunistas ou desbloqueadores. Jogadores ágeis e matreiros que despistavam as defesas adversárias e espicaçavam as esperanças das outras formações. James e Nolito. Dois jogadores que por hábito de Vítor Pereira e Jorge Jesus eram lançados numa fase mais sensível da partida, onde muitas defesas as equipas mais debilitadas protegiam-se das ofensivas de Porto e Benfica. Como? Defendendo. A necessidade era de jogadores rápidos e imprevisíveis. Quase sempre resultava. Temos como exemplo uma partida onde o Porto venceu o União de Leiria por 4-0 com James a ser protagonista. Nessa noite de jogo no Dragão 27829 (número não oficial, mas obviamente quase exato, devido aos últimos dois dígitos serem o número do marcador do primeiro golo, neste caso Marc Janko) aplaudiram Varela e a entrada do jogador que para muitos ia explodir. Tinham razão...