A verdade é que muitos sonham em ser isto e aquilo. E nesta comunidade do futebol, falando daquilo que é a globalidade, o objetivo passa todo por uma analogia teórica: ser treinador de futebol. Muitos não compreendem as implicações que isso terá em todos os níveis. José Mourinho já teve que mudar os filhos de escola umas quantas vezes, em vários países. Isso é uma implicação a nível pessoal/íntimo. Inclusive, é um emprego cansativo. André Villas-Boas trabalhava doze horas por dia em Stamford Bridge ou na instituição de formação. Dormia numa cama japonesa, praticamente no chão. Dedicava-se duma maneira quase incondicional. O que lhe aconteceu? Foi despedido e odiado por Londres. Ingrato, hipócritas. Em todos os jogos quase meia centena de milhares de pessoas a assobiar-lhe. Eu sei que o meu futuro vai passar pelo futebol (é a minha ambição futura), mas não sei até que ponto me irei envolver neste caos. Talvez siga algo no exterior. Talvez vá para comen...