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 "O Sporting está de volta". Este tem sido o lema da equipa de Domingos Paciência nesta época, que se pode compreender de mais do que uma forma. Como sabem na temporada passada esta era uma equipa sem razões para acreditar em títulos passado algum tempo, tendo sido eliminada de todas as frentes em que estava inserido, com uma desvantagem avassaladora no campeonato. Neste momento todas essas conquistas ainda estão em cima da mesa, com o campeonato a ser a que mais preocupa Domingos nesta altura, dada a desvantagem pontual de 8 pontos para com o Benfica, que vai agora liderando a Liga Zon Sagres.

 Neste jogo frente ao Nacional o Sporting suou muito, mas demonstrou algo que na época passada era pedir mais. É certo que a primeira parte dos leões não foi das melhores, sofrendo os dois golos que silenciaram Alvalade e que deram ao Nacional um grande impulso motivacional. Até é-me difícil comparar a diferença deste Sporting e do da época passada, mas a verdade é que mais uma vez a equipa demonstrou estar diferente. No sentido exibicional e anímico. O golo de Schaars fez com que a meia casa de Alvalade se enchesse de orgulho.

 Mais uma vez veio ao de cima o facto do Sporting jogar contra 10 elementos na segunda parte. Se as expulsões são justas, o que é o caso, não há razão possível para mandar piadas. O Sporting apenas fez aquilo que lhe competia, assumiu ainda mais o controlo do jogo, chegando com mérito ao empate, marcando Elias a faltar um quarto de hora para o período de descontos e Schaars, já no sexto minuto destas compensações. Basicamente a expulsão foi um bom alarme para este Sporting que despertou imediatamente, emendando de certa forma a primeira parte de avanço que deu à equipa de Pedro Caixinha.

 É um empate que se adequa àquilo que foi o jogo, num bom espetáculo que de resto foi um bocado estragado no final da partida, onde membros de ambas as equipas se envolveram em confrontos e com uma alegada troca de palavras de João Pereira, onde na conferência de imprensa após o jogo o treinador do Sporting chegou a acusar o treinador do Nacional de ter insultado o lateral direito leonino. É um incidente que a meu ver deveria ser um pouco aprofundado, porque qualquer que tenha sido a ação de Caixinha ou João Pereira, é na mesma reprovável. Incidentes deste carácter estragam um pouco aquilo que são bons jogos, que neste caso se aplica.

 No outro jogo desta 1ª mão das meias finais da Taça de Portugal a Académica venceu de uma forma muita apertada a Oliveirense, num golo que aparentemente está na moda nesta competição. O golo surgiu aos 95 minutos, depois de 90 minutos onde os treinadores já só pensavam na próxima mão. Resultado favorável à equipa da casa que está assim muito perto de voltar ao Jamor.

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