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  Chegamos a um momento onde qualquer erro pode ser aproveitado pelo rival e, consequentemente, ser decisivo. Tal não se podia aplicar melhor com um dos jogos mais aguardados (se não o mais) nesta época, nesta que é a Liga ZON Sagres ao rubro. No último par de jornadas aquele que parecia ser um campeonato decidido, para alguns, passou a ser o campeonato mais disputado dos últimos anos, excluindo aquela que foi uma luta intensíssima entre Benfica e Braga em 2009/2010, que culminou com a última conquista do campeonato para os encarnados. 

  À procura de renovar o título de campeão nacional, a equipa de Vítor Pereira vem à Luz com apenas uma derrota em todas as jornadas desta edição do principal troféu a nível nacional. Por outro lado há um Benfica que tem igual número de derrotas, algo que não deixa de ser surpreendente visto que já estamos numa fase avançada da competição.

  Duas realidades diferentes por uma analogia: a ambição. Ambas as equipas têm ambições de vencer e de chegar ao topo. Numa perspetiva nacional, o Porto parte em teórica vantagem anímica. Está neste momento a liderar a prova (graças à maior diferença de golos) com os mesmos pontos do rival que vai defrontar nesta sexta-feira, na Luz. Este jogo é tão decisivo como todos os outros pois são os mesmos pontos que se disputam no relvado, mas uma machadada psicológica de uma a outra equipa pode determinar o desfecho desta liga. Esperar para ver o que irão fazer as equipas que atualmente olham para baixo na tabela, vendo um Sporting já longe do título e um Braga que espera um empate nesta partida.

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  Semana de futebol com muito para dar que se irá prolongar até amanhã com vários jogos dos dezasseis-avos de final da Liga Europa. Depois disso começa um novo capítulo na história do mês com jogos para os campeonatos domésticos. Houve praticamente tudo nos últimos dias, para quem aprecia bom futebol. Futebol jogado a um grande nível, reviravoltas (e consequentemente emoção) e até uma goleada em Manchester. Essa goleada ditou (infelizmente para mim, como português) o afastamento do Futebol Clube do Porto nas competições europeias, nesta época. Falaremos disso mais à frente.

  Não faria sentido falar das competições europeias sem primeiro refletir naquilo que foi a jornada da Liga Zon Sagres, focando-me apenas naquilo que foi o panorama nacional neste fim-de-semana, que se 'prolongou' para segunda-feira, tendo o Benfica ido a Guimarães no último jogo da jornada que passou. Curiosamente esse jogo ditou um novo capítulo na presente edição do nosso campeonato, sendo a derrota do Benfica um relançamento da prova. O clube de Jorge Jesus fez uma das piores exibições da época num campo que é particularmente difícil para os encarnados. Um Benfica nervoso que, na véspera do dia de Carnaval, tombou no Norte do país. Melhor sorte para Porto e Braga, que mantiveram sem surpresas os seus lugares no pódio. O Porto venceu, com uma boa exibição (regra geral, porque houveram momentos em que a abordagem de Vítor Pereira não foi a melhor) no Bonfim. Destaque para Janko que com 3 golos em 3 jogos igualou o recorde de Mário Jardel. Falta falar do Sporting, pois...não há muito a dizer. Mais uma exibição medíocre do Sporting que venceu graças a um auto-golo de um defesa do Paços de Ferreira. Verdade que os leões se podem queixar da arbitragem, mas fica registada mais uma exibição aquém das expectativas no primeiro jogo de Sá Pinto como treinador da equipa principal do Sporting, em Alvalade. O Braga foi, a meu ver, a melhor equipa desta jornada da Liga Zon Sagres. Com Lima e Hugo Viana do outro lado não há equipa que escape. O português esteve nos três golos, enquanto Lima finalizou o trio de jogadas. Vitória que vai para o livro dos recordes, tendo Leonardo Jardim estabelecido um novo recorde de vitórias consecutivas na equipa bracarense (para o campeonato nacional), o registo já vai em 8.

  Falemos agora das competições europeias. Surpreendentes foram os resultados desta noite na Liga dos Campeões, pelo menos o resultado que se registou na Suíça. O Bayern de Munique foi perder ao terreno do Basileia num jogo (pelo que vi, cerca de meia hora) onde a pressão e adiantamento das linhas foi fulcral para os forcings da equipa da casa. Vitória que acaba por ser merecida pela campanha que a equipa fez, porém ainda têm de sobreviver ao jogo na Alemanha. No jogo que decorreu à mesma hora o Inter continuou a ser humilhado. Mais uma derrota, desta vez frente ao Marselha em França. A equipa de Didier Deschamps marcou o seu golo por Ayew nos últimos instantes da partida, assegurando assim uma vantagem agradável para o jogo em San Siro. Recuámos agora um dia para falarmos dos jogos de Real Madrid e Chelsea. Acabou ser um problema o relvado sintético do Luzhiki. O factor psicológico pode também ter afetado o Real Madrid de Mourinho, mas a verdade é que a equipa não foi tão produtiva como noutros dias. Os russos empataram a partida nos descontos.


  Villas-Boas por um fio

  Embora encobrir cada vez mais essa possibilidade, o emprego do treinador do Chelsea está em risco. Ontem os londrinos foram ao San Paolo perder com o Nápoles por uns expressivos 3x1, num jogo onde os italianos foram melhores. A carga ofensiva dos napolitanos foi demasiada. Sem John Terry (devido a uma lesão no joelho pode lesionar-se durante 2 meses) o Chelsea, logo à partida, ficava privado de um dos seus jogadores chave na defesa. Para mais teve Bosingwa lesionado na primeira metade do primeiro tempo, o que dificultou também a tarefa do português ex-Porto, que era a vitória. O poderio ofensivo do trio representado na imagem foi transcendente. Mais uma vez o Nápoles demonstrou ser um caso sério no que toca ao futebol europeu, e mais importante, assegurou uma vantagem preciosa para o jogo em Stanford Bridge. Basicamente foi um jogo onde Cech, Mata e mais 9 defrontaram uma equipa muito sólida na sua totalidade, quer individualmente quer coletivamente, onde Walter Mazzarri (não esteve presente no jogo, por castigo) montou uma estratégia capaz de anular o Chelsea. Mas nesta época, a própria equipa londrina tem-se 'anulado' a si própria, já que existem jogadores que não apoiam André Villas-Boas.

  Passemos à Liga Europa onde o Porto foi goleado às mãos do Manchester City. Não pude acompanhar o jogo com alguma desilusão, mas pelo resumo viu-se que a estratégia dos azuis da casa foi uma só: contra-ataque. Deixava o Porto jogar para adoptar depois um estilo de jogo uniforme, estilo esse muito rápido e letal nesta partida. O Porto podia ter lutado pela eliminatória, mas a equipa de Vítor Pereira desanimou e desorientou-se depois de sofrer o segundo golo, com Pinto da Costa a ver na tribuna VIP, acompanhado por André-Villas Boas. A única exibição portista digna de registo nesta partida foi a de João Moutinho, a roçar a perfeição, como sempre. Caso vença o Légia amanhã, o Sporting irá defrontar o Manchester City na próxima fase desta competição.

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  Desfecho injusto, mas assim é o futebol. O Porto fez, com alguma surpresa, uma das melhores (se não a melhor) exibição da sua época. Frente ao Manchester City (atualmente denominado como um 'grande' de Inglaterra) poucas eram as hipóteses atribuídas ao clube português, mesmo que fora de casa o City tenha, com alguma naturalidade, mais dificuldades. Assim, conquistado uma vitória em terreno forasteiro, a equipa de Roberto Mancini tem a eliminatória a seu favor, não tendo (apesar de estar em vantagem) a eliminatória dada por vencida.

    Nenhuma das equipas vacilou no 11 inicial. O City utilizou praticamente o seu onze base, com jogadores de classe mundial, sem excepções. A equipa que está entre as mais ricas do mundo ainda se deu ao luxo de colocar no banco jogadores como Zabaleta, David Pizarro, Kolarov, Kun Agüero (que ia entrar e dar o golo da vitória para a sua equipa) e o bósnio que não à muito tempo defrontou a seleção nacional na Luz, falo claro de Edin Dzeko. Uma verdadeira chuva de estrelas, este City, que finalmente está a dar resultados, algo que não é totalmente surpreendente tendo em conta o investimento deste clube nas épocas passadas, que está na casa das centenas de milhões. Estranho era o clube continuar a lutar pelas competições europeias, como vinha a fazer há umas épocas atrás.

  No lado da equipa casa, o Porto, o investimento para esta época foi muito menor do que o dos ingleses, mas não foi isso que fez com que a turma de Vítor Pereira deixasse de enfrentar o City taco-a-taco, dominando o jogo por completo na primeira parte, inclusive. Mesmo com a lesão de Danilo à passagem do quarto de hora da partida (o que iria implicar mudanças táticas, sendo Mangala opção para substituir o jovem brasileiro, encostando Maicon ao lado direito do setor defensivo) lesionou-se com uma certa gravidade. Danilo diz que estará de volta dentro de um mês e meio, no seu Twitter, mas se as suspeitas de um ligamento lateral interno do joelho esquerdo se confirmarem irá falhar o resto da temporada. O Porto, apesar de atacar preferencialmente pelo lado esquerdo sentiu um pouco a falta de Danilo, tendo um Maicon não tão familiarizado com a posição a não arriscar tanto, podendo perder a bola numa zona que originaria um contra-ataque adversário.


  O jogo teve dois momentos distintos, um favorável a cada equipa. O factor determinante foi que uma delas aproveitou melhor o período em que esteve melhor no jogo do que a outra, não jogando tão bem como a outra, inclusive. Chamou-se-lhe de eficácia e oportunismo. A verdade é que na primeira parte o Porto podia ter resolvido a partida, marcando, sem exageros, pelo menos dois golos. Faltou eficácia, coisa que o adversário dispôs de. Que bem que jogava a equipa de Vítor Pereira na primeira parte, era realmente um prazer ver este Porto jogar, foram sem dúvida alguma os melhores 45 minutos da temporada para os da cidade invicta. O golo surgiu depois um magnífico passe de Lucho para Hulk, brasileiro este que cruzou para a área onde estava Varela, depois de um movimento em que se deslocou do lado direito para o centro da área, onde se adiantou aos defesas do Manchester e bateu Joe Hart. Festejos efusivos vindos das bancadas do Dragão. Mesmo antes do golo do Porto houve um lance muito duvidoso, onde Kompany empurra Hulk dentro da grande área. De acordo com os comentadores da estação televisiva, uma grande penalidade ficou por assinalar. De Jong também devia ter sido expulso na segunda parte se o árbitro mantivesse o critério (amarelou Álvaro Pereira que falhará assim o próximo jogo em Manchester por tocar involuntariamente na cara de Batelolli com o braço) que até ao momento tinha mostrado. O Manchester reagiu na primeira parte, permitindo a Hélton dois pares de defesas de grande categoria. Primeira parte de chorar por mais, intervalo no Dragão com muitos aplausos.

  Na segunda parte o Porto entrou novamente bem, mas não tão bem. Num dos dois remates do Manchester em toda a segunda parte o lateral direito Micah Richards rematou ao poste, onde Hélton seria mal batido se a bola entrasse. No outro remate do Manchester na segunda parte Agüero fez o 1x2, carimbando a reviravolta no marcador. Outro dado curioso na segunda parte foi Álvaro Pereira. Depois de encher o campo na primeira parte, atacando muito pelo corredor esquerdo, foi amarelado (como já disse não vai jogar em Manchester) e marcou o golo que deu o empate aos ingleses, ou melhor, um auto-golo, num cabeceamento e lance muito infeliz do uruguaio. A partir daí o City conseguiu ser melhor do que aquilo que estava a ser até ao momento, mas com o Porto a demonstrar uma ligeira superioridade, ainda assim. Kléber entrou na partida quando faltavam 15 minutos para o fim, fazendo com que Hulk voltasse ao flanco direito. No minuto a seguir a substituição determinante no jogo. Agüero por Super Mario, ou Balotelli. Depois de 7 minutos em campo consonou a reviravolta dos Citizens. Resultado que não mostrou aquilo que foi o jogo, onde se viu um Porto personalizado que merecia a vitória.

  Para o registo ficam ainda suspeitas de insultos racistas dos Super Dragões a Mario Balotelli e a Yaya Touré. A UEFA está a aguardar pelo relatório do árbitro turco, que de resto seria alguém que influenciaria a partida. Marcou um exagero de faltas (42), obrigando um belo jogo de futebol a muitas paragens. Coisas complicadas para o Porto no Eithad Stadium, onde o City é muito forte.

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  Quem viu Lucho a jogar nem diz que esteve três anos afastado do Porto. Quer Lucho quer Janko marcaram na vitória do Porto frente ao Vitória de Setúbal (2-0), num jogo onde os reforços foram absolutamente determinantes no desfecho. Deu para ver essencialmente que o meio campo com Lucho e Moutinho vai ser um caso sério, houveram pormenores geniais entre ambos. Mais do que no argentino a incógnita estava em Marc Janko. Ao contrário de Lucho ainda não tinha provado nada aos adeptos do Dragão. Mas como era expectável o seu jogo aéreo impressinou. Que me lembre teve dois fantásticos voos que por muito pouco não terminaram em golo, valendo e de que forma os seus quase 2 metros.

  Depois do desaire em Barcelos a equipa azul e branca reagiu bem. A exibição foi consistente e os dois novos jogadores deram boas indicações, sendo estes claras mais valias se mantiverem ou se aumentarem o seu nível exibicional.Claro que este jogo estava dado como acessível, muitos outros desafios ainda estarão propostos a este dupla.

Apesar das duas novas entradas o sistema tático do Porto manteve-se. O 4-4-3 típico do Porto funcionou e que forma hoje, com os extremos que jogaram de início (Varela e Cristian Rodriguéz) a convencerem. O 'Cebola' fez as pazes com os adeptos numa altura em que os extremos passam a ter uma importância acrescida, visto que Janko é um jogador que se poderá dar muito bem com cruzamentos ou lances onde deverá usar a cabeça. Num setor mais recuado do terreno viu-se um perfeito entendimento entre Defour, Lucho e Moutinho. Fernando até começou a partida mas saiu ainda na primeira parte, lesionado. A combinação entre o português e o ex-Marselha foi excelente, tendo a assistência resultado na perfeição para Janko. O Vitória jogou em contra-ataque, na segunda parte com linhas mais subidas. Targino foi dos melhores na equipa de Bruno Ribeiro, porém sem oportunidades em demasia para fazer a diferença. Deixo para último lugar o lance do jogo. Lucho rematou de primeira fora da grande área para um excelente golo, para um festejo digno de 'El Comandante'. Quem viu à 3 anos não reconhece diferenças, mais uma exibição à Lucho.

  Vítor Pereira frisou a importância dos reforços e a qualidade dos mesmos nesta partida, tendo em conta um golo de ambos. O Porto vai enfrentar assim o Benfica que acabou de vencer o Marítimo por 3-0 na Luz. O último confronto entre estas duas equipas na Luz acabou com a vitória que deu o título de campeão ao Porto, por 1-2. No último jogo entre estas duas equipas na Taça da Liga o Benfica saiu vitorioso, vencendo por uns expressivos 3-0.

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  Sorriso que não engana, 'El Comandante' voltou. Com 31 anos o médio regressa ao Futebol Clube do Porto com uma baixa substancial no seu salário, porém foi algo que não impediu o argentino de voltar ao clube que lhe deu tantas alegrias. Pinto da Costa expressou satisfação por ter Lucho de volta, dizendo ainda que esperava o seu regresso desde o dia que rumou ao Marselha. Cá entre nós, é um jogador que admiro muitíssimo e espero que tenha sucesso, mais uma vez. 

  Esta foi uma das primeiras imagens do regresso de Lucho ao Porto. Na primeira entrevista como jogador do Porto nesta época referiu ficar muito surpreendido pela maneira como fora recebido no aeroporto Sá Carneiro. Dezenas de adeptos esperaram pelo jogador que até ao momento jogava no Marselha, entoando o seu cântico.

  Lucho Lucho Lucho Gonzaléz! Grande parte do cântico que deixou o jogador com um sorriso rasgado. Na entrevista que deu ao Porto Canal salientou a sua satisfação por estar de volta a uma casa onde foi feliz. Compreende-se essa felicidade, por várias motivos. Ainda de referir que o jogador trouxe várias malas como bagagem, com a mulher e filho. Pode significar um regresso de longa duração, até pendurar as botas. Até lá ainda tem muito para dar, pelo menos é a fasquia para ele, que tanto encantou noutras temporadas.

  Lucho vai ter nas costas o número 3, já que o número que usava está  atualmente preenchido por João Moutinho, o clássico 8.

 O Porto terminou o mês de Janeiro com bastantes negócios, diga-se. Mark Janko também é reforço do Porto. O austríaco vem reforçar o ataque e é uma autêntica torre. Com quase 2 metros de altura vem sem dúvida ser uma grande mais valia no que toca a jogo aéreo, por exemplo. O jogador que pertencia aos quadros do Twente transferiu-se para os portugueses por cerca de 3 milhões de euros, algo acessível comparado com as compras de Danilo e Alex Sandro, exemplificando.

Falando de saídas há Belluschi e Guarín. Os jogadores foram emprestados ao Génova e Inter, respetivamente. Jogadores que não estavam propriamente a convencer na equipa de Vítor Pereira.
  

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  Com menor ou maior dificuldade todas as equipas que ocupam a primeira mão cheia de lugares no campeonato nacional venceram nesta jornada da Taça da Liga em dias úteis, com a exceção do Sporting que está numa crise de resultados, o que já se vem recordando de épocas anteriores. As atenções estão viradas mesmo para os lados de Alvalade, onde um par de acontecimentos marcou os dias anteriores.

    • Devido a alegadas saudações fascistas no corredor de acesso ao balneário da equipa visitante, o Sporting foi obrigado a retirar essas imagens, consideradas ofensivas. O que não se esperava é que essas imagens fossem substituídas por um...jardim com girassóis. Algo que certamente não agradará mais do que as outras imagens, aos jogadores e equipa técnica que se irão opor ao Sporting em Alvalade.

    • Bojinov foi um alvo de um processo disciplinar e de uma suspensão quase imediata depois do incidente no jogo frente ao Moreirense, desta quinta-feira. O jogador búlgaro empurrou Matías Fernández e disse que ele próprio iria marcar a grande penalidade no jogo frente à equipa de escalão inferior, num jogo que estava empatado aos 92 minutos. O búlgaro rematou para a defesa do guarda-redes da equipa de Moreira de Cónegos. Depois de Postiga e de Djálo este é o novo alvo para os adeptos do Sporting, com toda a razão.

  Os leões precisam de vencer o Gil Vicente na terceira e última jornada da fase de grupos para se apurarem, mas precisam também de terminar a fase de grupos com uma maior diferença de golos do que o Rio Ave, que vai defrontar o Moreirense. Dias difíceis para o Sporting, neste mês. De sublinhar que o

  Saltando para a Luz, o Benfica venceu o Santa Clara num jogo onde a turma de Bruno Moura jogou muitíssimo bem, dada esta grande exibição será um prazer ir ver o jogo frente ao Vitória SC, no Estádio de São Miguel. A equipa cá da terra fez valer o investimento no princípio da época, com alguns bons pormenores de alguns jogadores, como o lateral esquerdo emprestado pela Académica de Coimbra, Paulo Grilo. Mas o destaque neste jogo vai para Nolito, aliás, era difícil ser alguém senão ele. O espanhol voltou a fazer das suas. Quando entrou o jogo ainda estava equilibrado - bastante, diga-se -, mas fez toda a diferença. Duas assistências para Nélson Oliveira e Witsel fizeram dele o herói da partida para os cerca de 20.000 adeptos na Luz.

  Passamos agora para o Norte do país, onde a maior parte da ação decorreu. O Marítimo venceu o Guimarães, o Braga por sua vez venceu o Penafiel. Jogo decisivo na última jornada, com o Marítimo a defrontar o Benfica, na Luz. O Porto continua a arrastar-se frente aos adversários, desta vez contra os suplentes do Estoril. Os dragões jogaram mal e Varela resolveu. Decisões adiadas para a última jornada da Bwin Cup.

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 Sem muito brilhantismo a vitória foi justa para o Porto num jogo em que o jovem colombiano James esteve em óbvia evidência, basta saber que fez os 2 golos do encontro para ser designado de melhor em campo. Ao contrário daquilo que disse Vítor Pereira nos primórdios da temporada, este Porto não é uma com funções nem processos próprios que beneficiam a posse de bola. Jogou-se ontem com uma tremenda falta de criatividade, dada a inclusão de Hulk no meio. Acontece que o brasileiro ainda se lesionou, mas parece que não é nada de alarmante. Transições rápidas com alguma posse em zonas mais recuadas foi o que marcou o jogo, e apesar da exibição não ter sido fantástica, nota-se mais algum rigor do que numa determinada fase da época onde a equipa andava desorientada em campo.

 Mas foi mais uma vez o talento que resolveu. Apesar de boas exibições, essas também houveram, o Porto esteve nas mãos de James que resolveu. Aproveitando a ausência de Djalma que irá disputar a CAN pela Angola, o jovem lançou-se para a titularidade fazendo estragos. Não houve um Rio Ave determinado, teve poucos argumentos para chegar ao golo e quando teve oportunidade de tal falhou, de uma forma ou doutra. A pressão de vitória vai estar sempre presente, já que o Benfica voltou a vencer, garantindo assim o 1º lugar por pelo menos mais uma jornada. As estatísticas mostraram um Porto muito rematador, mas que no entanto teve poucas oportunidades dignas do seu domínio. Falta claramente um Falcao, um Lisandro...alguém que num lance à ponta de lança consiga fuzilar um guarda-redes. As alternativas faladas são algumas, porém sem conclusões para já.

 Nas equipas para o jogo não houve Moutinho que foi castigado por um jogo dado o cartão amarelo que viu em Alvalade. Jogou Defour, belga que cumpriu o seu dever. Mas não se pode compará-lo com Moutinho, que deve voltar no próximo jogo do campeonato. No meio campo também se deve falar dos outros dois elementos. O brasileiro Fernando esteve bem como de costume, inclusive rematou e colocou a bola dentro da baliza mas o lance já tinha sido interrompido por uma irregularidade de Iturbe, que tinha entrado aos 65 minutos para o lugar de Belluschi, argentino este que esteve bem no campo da criatividade mas teve dificuldades em rematar ou criar lances iminentes de perigo.

 A defesa, essa, mal precisou de trabalhar. Mas Rolando foi expulso no lance mais perigoso de João Tomás em todo o jogo. Isolava-se perante Hélton caso o internacional português não o parasse. Tal como se sucedeu com Cardozo no jogo do mesmo dia, limpa a expulsão no jogo frente ao Estoril a meio da semana. Rio Ave que não contou com uma das suas peças fundamentais no ataque, Atsu, emprestado pelo Porto justamente. O outro jogador nessa condição, Kelvin, jogou e foi alvo de um lance caricato onde a sua bota se prendeu com a de James, momento de frequência rara.

 Aquando da lesão de Hulk, Kléber foi o homem que foi para o meio do ataque, mas esteve mais uma vez apagado. Não criou muito perigo, passou ao lado do jogo. Varela também foi opção e entrou para o jogar o último quarto de hora, fazendo sair Cristian 'Cebola' Rodriguéz, que está a recuperar a boa forma e fez uma exibição razoável. Resumindo, foi uma exibição quanto baste do Porto que lhes garantiu os 3 pontos num jogo onde estiveram presentes cerca de 25.000 adeptos no Dragão, meia casa. A equipa está aos poucos a retratar o estilo de jogo de Jesualdo Ferreira com influências de Villas-Boas, algo que pode não dar os seus frutos imediatamente.

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  No dia depois do clássico que colocou Sporting e Porto frente a frente em Alvalade as reflexões e opiniões mais sinceras de pessoas de ambos os clubes variava. Mas não há razões para discordar da opinião de que o jogo foi jogado com o coração, mas não com a cabeça. Esse fator gerou apreciações diferenciadas de adeptos de ambos os clubes, num jogo que beneficiou o Benfica mais do que as duas equipas participantes neste jogo. O empate beneficia o rival lisboeta do Sporting que neste momento vai-se encaminhando para uma vitória na Marinha Grande. Neste jogo as oportunidades de golo não abundaram, mas quase na sua totalidade o jogo proporcionou um ritmo bastante intenso ao estilo do campeonato inglês, com diferenças, claro. Ambas as formações esforçaram-se bastante mas não conseguiram o golo apesar de algumas perdidas, sobressaindo-se uma de Izmailov, onde demorou demasiado tempo a ajeitar a bola e rematou depois, permitindo a Álvaro Pereira o corte mais valioso de toda a partida, já que Hélton estava batido.


Antes do início da partida já havia um acontecimento caricato. Como devem saber, o relvado de Alvalade nem sempre é o melhor. Para dar um bom ambiente aos espectadores, o tapete verde do estádio foi pintado com spray nas zonas em que o estado seria mais crítico. Isso notou-se bastante já que no final do jogo equipamentos, mãos e braços dos jogadores e bolas estavam com uma parte do spray. Não foi algo que condicionasse o espetáculo, até pelo contrário, porque para o sentido estético é sempre bom ver um relvado em aparentes boas condições. Na imagem podem ver o central do Sporting a cabecear a bola oficial do próximo europeu de futebol, com uma tonalidade verde causada pelo spray no relvado de Alvalade.

As equipas subiram ao relvado com uma surpresa no onze inicial do Sporting, na medida em que o 'cliente habitual' chamado André Santos nem no banco de suplentes esteve. O jogador que estava emprestado ao Cercle Brugge na Bélgica chegou e foi titular, pelo menos de minha parte há curiosidade para saber se vai manter o seu lugar a titular ou não. De resto ia ser substituído por Matias Fernandéz quando estavam decorridos poucos minutos da primeira parte. Na equipa visitante a surpresa esteve no ataque. O facto de Hulk começar a ponta de lança surpreendeu algumas pessoas já que mais uma vez digo que Hulk foi feito para jogar a extremo, sendo ele um jogador com uma capacidade de explosão tremenda. Hulk não esteve tão ativo no jogo graças a Onyewu que foi um dos melhores em campo no lado do Sporting.

Na primeira parte o Sporting pareceu melhor sobretudo nos minutos iniciais onde dispôs de alguns lances de perigo iminente com contra-ataques do Porto a serem uma constante, com a velocidade de Hulk e Djalma quando chamado ao jogo, porém foi um pouco anulado por Insúa que não dando nas vistas como noutros jogos fez uma exibição ainda assim sólida. Mesmo assim houveram lances de perigo para ambas as equipas sem qualquer domínio absoluto de uma ou outra equipa, sendo na segunda parte o Porto a melhor equipa na maior parte das ocasiões. Devido a uma organização defensiva impressionante o Porto tinha alguma facilidade em sair para o ataque mas pecava nas tentativas de finalização ou ataque à bola em cruzamentos eles feitos quase todos por Álvaro Pereira, que por mais de uma ocasião ficou descontente com a atitude dos jogadores que não se faziam à bola nos seus cruzamentos. Falta um ponta de lança, isso é um dado indiscutível. No Sporting quem ocupou essa posição foi Ricky van Wolfswinkel que foi muito infeliz neste jogo. Pode-se dizer que atravessa um momento de frustração.

Falando de substituições nenhuma delas inovou muito na partida, mas pode-se dizer que a entrada de Izmailov deu novo rumo ao Sporting em algumas ocasiões, mas por outro lado foi ele que protagonizou o maior falhanço da partida não deixando que a sua equipa passasse para a frente no jogo, pouca sorte teve o russo. No final do jogo lesionou-se novamente, disse Domingos. No lado do Porto, James foi o mais ativo dos jogadores que entraram no decorrer do jogo, mesmo assim não fazendo a diferença. Kléber jogou pouco mas esteve mais uma vez apagado do jogo. Resta-me dizer ainda que nenhuma destas substituições alterou os sistemas táticos das equipas, que de resto foi semelhante. 4-4-3 com um triângulo invertido, sendo os médios com características mais defensivas Schaars e Fernando.

João Moutinho não foi propriamente feliz em Alvalade nesta partida. Levou um cartão amarelo e falha assim o próximo jogo do Porto no campeonato em casa, frente ao Rio Ave. Foi também alvo de muitos assobios sempre que tocava na bola, tendo inclusive uma maçã chegado ao relvado pintado de Alvalade. Empate que faz jus àquilo que foi o jogo. Partida muito intensa mas sem grandes oportunidades. 


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Clássico que pode ser decisivo nas épocas dos clubes intervenientes neste jogo em Alvalade, por volta das 20h15 na hora de Portugal continental. O último confronto entre estes dois emblemas, em abril do ano passado, ditou uma vitória do Porto que acabaria depois por ser contestada devido à sua arbitragem. A verdade é que nenhum dos clubes está a morar no seu passado. O Sporting reforçou-se muito para a nova época enquanto o Porto deixou escapar André Villas-Boas e Falcao para o Chelsea e Atlético de Madrid, respetivamente. As equipas mudaram e de que forma na nova época, sendo o Sporting uma equipa que está consistentemente a praticar um futebol agradável, enquanto o Porto tem tido alguns problemas em fluir o seu, apesar de nos últimos jogos as melhorias terem sido significativas.

Em teoria quem parte com vantagem é o Futebol Clube do Porto, embora nestes jogos a classificação de pouco servir. Jogos entre os três grandes em Portugal são vividos de uma forma intensa e com prognósticos reservados, para muitos apenas no fim do jogo. Vale a imprevisibilidade dos resultados, já que nos últimos anos a fasquia dos clássicos em Portugal tem sido bastante elevada, com resultados gordos, qualidade de jogo digna dos melhores campeonatos europeus e emoções mistas por parte dos adeptos desses clubes.

Um clássico significa emoção em Portugal, na época passada as duas entidades que viviam mais o jogo na equipa nortenha saíram do clube, o treinador e o ponta de lança goleador, Falcao. Sobretudo este primeiro era um motivador dentro da equipa, alguém que encorajava os jogadores e vibrava com os jogos de uma maneira pouco comum, não contendo as suas emoções, fossem elas boas ou más, junto do banco de suplentes. Muitas alegrias teve o treinador como também o seu adjunto na época passada e atual treinador principal da equipa, Vítor Pereira. Pinto da Costa jogou pelo seguro promovendo-o depois da saída do jovem treinador que está no Chelsea. Por outro lado os termos alegria e emoção não foram vistos em Alvalade, dado o mau momento que o clube viveu na época passada. Conta com um novo treinador depois das saídas aguardadas de José Couceiro e Paulo Sérgio do Sporting, que está a fazer uma excelente época no Hearts tal como Couceiro fez no Lokomotiv de Moscovo.

Isto para dizer que não se sabe o que esperar deste jogo que pode fazer com que o Sporting se aproxime do Porto e da liderança do campeonato, imaginando um deslize de um dos líderes do campeonato na Marinha Grande neste fim de semana. O que se pode esperar é um excelente jogo de futebol com as duas equipas na máxima força, com táticas iguais às que costumam usar. Não existem lesões que obriguem a uma mudança drástica no futebol de qualquer equipa interveniente. No Sporting já existem reforços, entre eles há Renato Neto que pode ser a grande surpresa na titularidade. James continua em dúvida e apenas na véspera do jogo se saberá se realmente jogará ou não.

Para finalizar esta antevisão, há que falar de Moutinho. Saiu do Sporting em busca de títulos na época passada, sendo uma das transferência mais sonantes e surpreendentes da história do futebol português. Será assobiado ou aplaudido em Alvalade?

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Dever cumprido para a turma de Vítor Pereira, vitória na Mata Real pela margem mínima, num bom jogo de futebol. Foi um jogo onde Cristian Rodríguez voltou a marcar e foi um dos melhores em campo, seria talvez o melhor se Cássio não defendesse (quase) tudo que lhe aparecesse à frente. O jogo ficou resolvido na segunda parte quando na sequência de uma grande penalidade bem assinalada, Hulk fez aquele que iria ser o resultado final, 1-2. 

Vítor Pereira sublinhou uma boa vitória num campo tradicionalmente difícil, disse também que a equipa estava num processo de evolução (que neste momento é uma afirmação credível) e que o Porto estava preparado para a segunda volta, que vai ser difícil de acordo com o técnico portista. Finalizando a conferência, desejou umas boas festas aos presentes na sala e desmentiu o acordo do Futebol Clube do Porto com Edér, que de acordo com alguns jornais desportivos - embora não muito credibilizados, falo do Record sendo um deles - deram como certo o avançado no Porto. Henrique Calisto elogiou a equipa dizendo que apesar de derrota foi o melhor jogo desde que voltou à equipa dos castores. Deu ênfase à atitude positiva da equipa, que de facto esteve bem no jogo.


Tacticamente, jogo em que apareceram algumas coisas novas no Porto. Djalma jogou a lateral direito e Alex Sandro jogou na esquerda, por uma das primeiras vezes esta época. Não deu muito nas vistas, ao contrário do setor mais avançado da equipa. Belluschi esteve impecável, é um jogador que vem merecendo a titularidade e Vítor Pereira devia ceder, já que Defour não vem trazer muitas coisas de novo ao meio-campo, já que as suas características são semelhantes às de Moutinho, mas sem tanta qualidade técnica. No final do jogo era Hulk quem estava no ataque, tinha substituído Varela na segunda parte. Veio dar uma nova dinâmica à equipa portista, sendo Kléber o homem mais apagado no ataque, já que o cebola esteve muito bem marcando inclusive um golo como já referi, e Hulk é sempre ativo.

O Paços não mudou muita coisa. André Leão continua a ser um bom distribuidor de jogo mas os restantes homens no meio campo estiveram mal na medida em que foram lentos e pouco criativos. Manuel José esteve razoavelmente bem na ala esquerda mas Melgarejo fez toda a diferença. Jogador que está cedido pelo Benfica é uma melga, nunca está quieto. Quer sozinho ou com o apoio de Míchel (que entrou para o lugar de William, marcador do golo do Paços) o jogador foi dos melhores em campo, é um jogador ao estilo do Benfica. Míchel foi o homem chave a finalizar quando entrou mas não teve sorte. Uma boa demonstração de poderio ofensivo deste Paços.

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O Futebol Clube do Porto venceu hoje o Marítimo por duas bolas a zero, em jogo a contar para a 13ª jornada da Liga Zon Sagres. Depois de dois resultados distintos na passada jornada (vitória do Porto em Aveiro e derrota do Marítimo em casa frente ao Benfica) as equipas apresentavam momentos anímicos diferentes. O Marítimo entrou para o jogo sem os três homens normalmente titulares no seu sector teoricamente mais forte, o meio-campo. Antes do início do jogo foi feito um minuto de silêncio em memória da recém falecida Cesária Evóra, antiga cantora cabo-verdiana.
O Porto alinhou com um sistema táctico natural para o que tem sido a época, com a persistência de Vítor Pereira a colocar Maicon no lado direito da defesa. Neste jogo o Porto alinhou com 4-2-3-1, com uma particularidade. Fernando e Moutinho ocupavam as suas funções naturais enquanto Fernando Belluschi estava nas costas de Hulk, o ponta de lança escolhido neste jogo. Kléber ficou mais uma vez no banco de suplentes. 

O facto de Hulk não estar no lado direito do ataque, onde o fator explosão entra, em pouco afetou a equipa. Isto porque, tal como nos jogos frente ao Zenit e Beira-Mar, a equipa do Porto apresentou (apesar de ainda recorrer muito ao talento individual) uma equipa sólida, constantes nos momentos da partida e não vacilando. O Porto entrou com tudo na partida, não marcando mas sim adotando um ritmo que se iria manter na partida, muito rápido, demasiado até para este Marítimo. Claro que ocasionalmente os madeirenses atacavam de diversas formas, mas os ataques raramente passavam da coesa defensa dos dragões, sendo Maicon aquele que, mesmo estando bem, falhou algumas vezes.

Muito perdulário o Porto, sendo Belluschi aquele jogador que protagonizou a melhor oportunidade da primeira parte. Peçanha deu, literalmente, a bola ao argentino que ao tentar fintar o guarda-redes brasileiro perdeu a bola. Devem ter sido inspiradores os momentos seguintes, já que grande parte do estádio perdoou de imediato o jogador e começou a cantar a música feita para ele.

Ia resultado o esquema do jogo do Porto, apenas ia valendo Peçanha para o Marítimo. Tal como no jogo da semana passada, o guarda-redes que apresentou sangue frio, defendeu (quase) tudo, e aproveitou aquilo que o Marítimo (não) fez nos seus momentos mais frágeis. 

Num jogo de futebol uma expulsão na primeira parte normalmente define jogos, não foi o caso neste jogo. Aos 41 minutos Roberge (que estava a a desempenhar o papel de 6 no Marítimo, posição fulcral, para mais num jogo destes) foi expulso devido a acumulação de amarelos num curto espaço de tempo. Via-se nesta altura o descontentamento de Pedro Martins.

Na segunda parte mais do mesmo. O Porto era a melhor equipa parecia não acertar com a baliza. Kléber entrou logo ao abrir da etapa complementar, indo para o centro do terreno, encostando Hulk na sua zona de conforto e empurrando Djalma para o lado esquerdo. Saiu o colombiano James. Claro que com o brasileiro no lado direito o rendimento do ataque foi maior, num jogo onde o Marítimo apenas assustou (mas de que forma) uma vez, com um remate de Danilo Dias à barra. Cristian Rodriguez entrou aos 57 minutos para o lugar de Maicon, para dar um maior equilíbrio ao corredor direito.

Aposta ganha de Vítor Pereira ao colocar o uruguaio. Marcou o primeiro golo e foi cumprimentar o treinador, assinalando assim a página final do mau ambiente vivido no clube. O segundo golo ia surgir pouco depois, por Otamendi. Vitória que valeu pela excelente exibição, nos aspectos negativos há claro as falhas de oportunidades, algumas flagrantes, de golo. Cerca de 33.000 espetadores viram este jogo nas bancadas do Dragão.

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Foi hoje o sorteio dos 16-avos de final da Liga Europa e também dos oitavos de final da Liga dos Campeões, principal competição europeia de clubes. Os clubes portugueses têm missões difíceis, já que terão difíceis jogos pela frente.

Sport Lisboa e Benfica: É a única equipa portuguesa ainda na Liga dos Campeões. Vai defrontar o Zenit, equipa que curiosamente enfrentou o Porto na fase de grupos. A equipa tem como uma das figuras principais o português Danny. Os russos jogam a primeira mão em casa, dia 15 do segundo mês de 2012, enquanto o jogo na Luz será em Março.

Futebol Clube do Porto: Apanhou o adversário, vendo pela forma atual, mais difícil deste sorteio. O Manchester City está em primeiro lugar no campeonato inglês, e veio da Liga dos Campeões como um dos quatro melhores terceiros classificados. A equipa de Mancini conta com jogadores de enorme qualidade, como Balotelli, Agüero e David Silva. O Porto joga no Dragão dia 16 de Fevereiro, e joga na condição de visitante no dia 22 desse mesmo mês.

Sporting Clube de Portugal: O clube português com um sorteio mais acessível. Os lisboetas vão defrontar os polacos, que têm como ponto forte o ambiente no seu estádio, em Varsóvia. O Legia não tem uma figura indiscutível, mas tem um coletivo forte.

Sporting Clube de Braga: Tarefa muito difícil para a equipa de Leonardo Jardim. Vão encontrar o Besiktas, equipa treinada por Carlos Carvalhal, e que conta com os portugueses Manuel Fernandes, Quaresma, Simão e Hugo Almeida. O jogo no AXA será fundamental, pois na Turquia a equipa que conta com vários portugueses é muito complicada de vencer.

Noutros destaques, os duelos que opõem o Milan ao Arsenal e Nápoles ao Chelsea prometem ser os mais quentes da Liga dos Campeões, enquanto na Liga Europa destacam-se os confrontos entre Ajax e Manchester United, tal como os jogos Lázio - Atlético de Madrid e Stoke - Valência. Grandes jogos europeus nesta primeira fase do mata-mata.

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O Futebol Clube do Porto já viveu dias mais risonhos. Mesmo estando em primeiro lugar do campeonato português - se bem que com os mesmos pontos do rival de Lisboa - a equipa de Vítor Pereira já não está na Taça de Portugal e sofreu uma dura eliminação na Liga dos Campeões, no Dragão, tendo a equipa sido relegada para a Liga Europa, onde pode encontrar (dentro de muitos outros) as equipas de Manchester, Ajax e Valência.

Mesmo assim, a vida para o antigo adjunto de Villas-Boas está melhor. A equipa tem criado reações múltiplas perante os adeptos, mesmo com esta melhoria eficaz, alguns adeptos ainda se encontram descontentes. O jogo com o Barcelona deu expectativas altas para a massa adepta, que rapidamente foram assoladas com empates consecutivos (seguido pela derrota na Rússia), que gerou algum...para não dizer muito descontentamento. 

Desde o jogo na Ucrânia que a equipa azul e branca tem mostrado uma melhoria no seu jogo, mas com o defeito de apostar muito nas individualidades, nomeadamente Hulk. Não há grande organização tática, assim, quando o avançado brasileiro está num dia não é tudo mais difícil. A época passada já é história, os padrões não podem ser tão elevados. As vitórias são o objetivo principal, e com estas melhorias claramente serão conseguidas.